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Madeira · Portugal

Coanfitrião do seu Airbnb na Madeira: a conversa com os hóspedes, em inglês nativo

Na Madeira a caixa de entrada nunca fecha para férias. Respondo aos seus hóspedes dentro de uma hora — a licença, o anúncio e o dinheiro continuam seus.

Fale-me do seu alojamento

Isto é coanfitrião, não é gestão de alojamento local

Isto é coanfitrião, não é gestão de alojamento local nem gestão de propriedades: respondo aos seus hóspedes — todas as mensagens, a qualquer hora — e falo por mensagem com a sua equipa de limpeza e com o seu técnico quando é preciso coordenar. O registo de AL, os preços, os pagamentos, as chaves e tudo o que seja trabalho físico continuam consigo. Reembolsos, segurança, danos e questões legais chegam-lhe na mesma hora, com uma recomendação. Nunca negoceio o seu preço nem as suas condições, nunca decido se uma reserva avança, nunca recebo pagamentos de hóspedes e nunca trato documentos de identificação de hóspedes. Não anuncio nem promovo o seu alojamento em lado nenhum: a divulgação do anúncio continua a ser sua e do Airbnb. Os hóspedes reservam diretamente consigo através do Airbnb antes de eu enviar qualquer mensagem: não vendo, não reservo nem intermedeio qualquer alojamento, e não sou agência de viagens nem mediador imobiliário.

anos a receber hóspedes
5 anos a receber hóspedes
anos como Superhost
4 anos como Superhost
avaliações de hóspedes
97 avaliações de hóspedes
classificação dos hóspedes
4,9 classificação dos hóspedes

Desde 2021, gere a partir do Porto um alojamento familiar na zona de Denver

A sua licença, o seu anúncio, o seu dinheiro — a conversa com os hóspedes fica comigo

Anda à procura de gestão de alojamento local na Madeira? O que eu faço é mais estreito, e é a parte que decide a avaliação: os hóspedes, e quem lhes responde em inglês.

Chamo-me Nick Biggs, sou americano e vivo no Porto. Sou coanfitrião no Airbnb de proprietários pela Europa fora, e a Madeira tem uma particularidade que muda tudo: não há mês morto.

Quem reserva na Madeira

Em 2024, a Alemanha representou 24,1 % das dormidas de não residentes em alojamento turístico na Madeira, e os três primeiros mercados — Alemanha, Reino Unido e França — somaram 56,0 %, a segunda maior concentração do país. A região é também a mais dependente do estrangeiro: os não residentes foram 85,3 % de todas as dormidas.

O Reino Unido é o segundo mercado da região, à frente da França, e o INE não publica a quota britânica da Madeira, por isso não a vai encontrar aqui. A estatística regional conta-se à parte: a DREM estimou as dormidas britânicas em 2,1 milhões num total regional de 11,7 milhões em 2024. São séries diferentes, e por isso não se misturam.

Nota de método: as dormidas do INE são de alojamento turístico — hotelaria, turismo rural e apenas o AL com dez ou mais camas — e não “hóspedes do Airbnb”.

O que faz da Madeira um caso à parte é o calendário. A taxa de sazonalidade da região foi de 29,5 % em 2024, a mais baixa das nove regiões portuguesas, e a quota de não residentes nas dormidas mensais variou apenas entre 83,3 % e 88,3 % ao longo do ano. Traduzido: não tem uma época alta cheia de mensagens e um inverno calmo, tem doze meses de caixa de entrada em inglês e em alemão.

O alojamento local pesa aqui mais do que no continente: segundo a estatística regional, terá representado cerca de 31,8 % das dormidas da região no terceiro trimestre de 2025. Sobre a oferta não há número oficial fiável, porque a região tem procedimento de registo próprio e fica fora do registo aberto nacional; o sinal disponível é municipal e de imprensa, com o Funchal a apontar cerca de 3 359 estabelecimentos no final de 2025, cerca de 42 % da oferta regional.

O que faço — e o que continua a ser seu

Respondo aos seus hóspedes: pedidos de informação, mensagens antes e durante a estadia, resposta a cada avaliação, e a coordenação por mensagem com a sua equipa de limpeza e com quem trata da casa.

Faço-o dentro de uma hora, a qualquer hora do dia ou da noite; de madrugada isso pode ser uma primeira resposta a dizer que já estou a tratar do assunto, com a resposta completa logo pela manhã. Numa ilha em que os voos atrasam, é a diferença entre um hóspede assustado e um hóspede informado.

Continua a ser seu: o anúncio e o calendário, os preços, os pagamentos, o registo de Alojamento Local segundo o regime aplicável na região, o seguro de responsabilidade civil obrigatório, a placa, o livro de reclamações, o boletim de alojamento dos hóspedes estrangeiros, os inquéritos estatísticos e os impostos. A comunicação dos hóspedes estrangeiros à UCFE, pelo SIBA ou em papel, é obrigação da entidade exploradora e eu não lhe toco.

A sua licença, o seu anúncio, o seu dinheiro — a conversa com os hóspedes fica comigo.

As perguntas que se repetem na Madeira

Isto é a minha leitura, não é um estudo: pela orografia e pelo clima, as perguntas que provavelmente enchem a sua caixa são se é preciso alugar carro e onde se estaciona na casa; se a piscina é aquecida, porque há quem venha em janeiro a contar nadar; que levadas estão abertas e como se chega ao início do percurso; se vai chover no norte enquanto o Funchal está de sol; e o que acontece ao check-in se o voo aterrar tarde.

Todas se respondem uma vez só, se estiverem no guia de pré-chegada — que é o que escrevo, com os factos da sua casa.

Porque sou eu a responder

Tenho o meu próprio alojamento de curta duração há cinco anos, com estatuto de Superhost durante quatro deles, 97 avaliações de hóspedes e uma classificação global de 4,9. Mudei-me para Portugal em 2021 e desde então giro-o à distância — as duas metades: o que um hóspede britânico ou alemão quer mesmo saber, e o que custa responder-lhe sem estar no local.

Adicionar-me é o mecanismo normal do Airbnb: o titular acrescenta um coanfitrião ao anúncio e mantém o anúncio, o calendário e o pagamento.

Diga-me onde fica a casa e quem a reserva hoje, e digo-lhe se isto lhe serve.

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É bom saber

O que muda na minha conta do Airbnb?
Adiciona-me como coanfitrião ao anúncio que já tem, com permissão para falar com os hóspedes. O anúncio continua no seu nome, o calendário continua seu e o pagamento entra na sua conta. Se quiser terminar, retira a permissão e fica tudo como estava.
A Madeira tem regras próprias de Alojamento Local. Isso muda a sua parte?
Não muda o que eu faço, porque o que eu faço são mensagens. O regime regional aplica-se ao titular da exploração, tal como o registo, o seguro obrigatório e a comunicação de hóspedes estrangeiros — tudo isso continua inteiramente consigo, e as dúvidas concretas são para o seu advogado ou para a câmara, não para mim.
Substitui a minha equipa de limpeza?
Não. Numa ilha em que a casa pode estar a meia encosta e a equipa vem de longe, quem já tem essa logística montada não a deve trocar. Falo com essas pessoas por mensagem para acertar horários e reparações, e é aí que a minha parte acaba.
E se um hóspede pedir um reembolso porque choveu a semana toda?
Vai ter consigo na mesma hora, com o que aconteceu e com o que eu faria. Na Madeira este pedido aparece, e a diferença costuma estar no que foi dito antes da reserva sobre o clima do norte e do sul da ilha. A decisão é sempre do titular.
Fala português?
Com os seus hóspedes respondo em inglês, que é a razão de me contratar, e quando um hóspede escreve noutra língua respondo na língua dele, redigindo com apoio e relendo antes de enviar. Consigo, entendemo-nos por escrito em português: vivo em Portugal e leio português sem dificuldade. A falar, prefiro inglês, e digo-o à partida.
A casa é minha mas eu não vivo na ilha. Funciona?
Funciona, e é frequente. O alojamento precisa de duas coisas diferentes: alguém que responda depressa e alguém que esteja na ilha para abrir a porta e resolver o que é físico. A segunda é sua; a primeira posso ser eu.
Quanto custa?
Não publico tabelas. Um apartamento no Funchal e uma casa isolada com piscina não geram o mesmo volume de mensagens, por isso faço um orçamento por alojamento depois de ver o anúncio e de perceber quem reserva hoje. Sem compromisso.

Fale-me do seu alojamento

Bastam alguns dados para começarmos. Leio todas as mensagens e respondo com o que faria de facto no seu anúncio — sem compromisso e sem apresentação comercial.

Onde está anunciado?

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